BABY TALK [STYLING THE BUMP: O QUE USAR]

Nunca pensei que a hashtag “styling the bump” fosse tão difícil de ser aplicada. Nessas 34 semanas de gestação não foi fácil dizer ‘adeus, até um dia, a gente se vê’, a quase 90% do meu armário. Tudo isso, pelo simples fato de não me identificar com roupas de maternidade e nem ter paciência para levar calças jeans na costureira para colocar elástico nas laterais (acho que são dois trabalhos: por e depois tirar o tal elástico). O exercício de montar looks com roupas do meu armário A.G. (antes da gravidez), adaptadas à todas as mudanças do meu corpo, foi uma missão quase impossível! Mas que deu certo, até eu precisar comprar roupas que me servissem de verdade.

Passei os primeiros 3 meses sem nenhuma nova aquisição. A única peça que comprei, pouco antes de completar 4 meses, foi um vestido xadrez vichy vermelho e branco (quem me segue no Instagram ou convive comigo, me viu repetir muuuito essa roupa), que eu usei até o zíper não subir mais. Agora no finalzinho, comprei 4 vestidos e 1 macacão, todos bem soltinhos e escolhidos a dedo pra eu que possa usar D.G. (depois da gravidez). O truque é revezar as peças e combiná-las a acessórios diferentes, cada vez que uso. Mas isso a gente tem que fazer sempre, grávida ou não, com as nossas roupas. Já falei aqui, mas vale repetir: sempre que vou comprar uma roupa nova, penso em três jeitos diferentes que poderia usar. Daí sim tenho um custo-beneficio legal e acho que vale o investimento.

Voltando à questão dessa fase de “styling the bump” em que me encontro, a dica que dou é que você dê um tempo pra ver com o que se identifica. Eu não tinha vontade de me vestir até o quarto mês – já falei que tava me sentindo feia, com enjoos, não passava nem um rímel nos olhos.rs Passada essa fase, você “ressurge das cinzas” e quase esquece que está grávida, voltando a rotina e ritmo normais. A minha sorte, foi poder adaptar de verdade minhas roupas e pegar emprestada outras da minha mãe (nada como ter uma mãe fashion nessas horas). Mas logo chega o sétimo mês e não tem jeito: me joguei na Zara, numa vibe Becky Bloom e salvei minha imagem no fim da gestação!

Ainda tá em dúvida?! Vamos à algumas sugestões de peças que são legais ter no armário (ou pegar emprestado de alguém) das gravidinhas de plantão, agora que entramos numa estação mais amena:

  • camisetas larguinhas: ótimas pra fazer o estilo rocker ou mãe mais moderninha.
  • camisas listradas oversized: perfeitas pra usar com calças skinny ou legging.
  • vestidos: justinhos de malha, perfeitos pra exibir o barrigão à la Kim Kardashian ou fluidos, meus preferidos, pra ficar super confortável.
  • saias midi: elas já começam a ser suas melhores amigas, antes do bebê nascer e depois mais ainda, quando você tiver que ficar correndo atrás do seu filho nas festinhas infantis!rs
  • acessórios: se nada funcionar ou se quiser fazer o estilo basic mom, aposte em acessórios. Brincos e colares statement ou algumas pulseiras, sapatos e bolsas fazem a produção toda pra você.

Consegui ajudar?! Espero que sim! Agora vou seguir com meu exercício de criatividade diário por aqui, até o fim de maio, quando Sofia chegar! <3

Tem sugestões e dicas?! Compartilha com a gente aqui nos comentários ou nas redes sociais!

Beijo, outro, tchau!

BABY TALK [COMPRAS NO PARAGUAI]

Sim, pipow! Seguindo indicações de algumas amigas, optei por fazer as compras da Sofia no Paraguai, em Ciudad del Este. E por que não Miami?! Bom, em primeiro lugar não tinha me planejado para uma viagem internacional. Segundo, avião não é meu meio de transporte favorito (ainda mais grávida). E terceiro, não tinha intenção de comprar tantas coisas assim, como algumas pessoas preferem fazer e compram enxoval até os 2 anos de idade da criança (sem criticas, pessoal, só sou prática e levemente sem paciencia pra comprar tantas coisas assim de uma vez, ok?! Fico perdida!rs).

O único problema, é que optei em ir até Foz do Iguaçu e dar uma turistada por lá, já que meu marido não conhecia as cataratas – que por sinal, estão lindas, o parque muito bem cuidado e organizado, muito diferente de quando fui pela última vez, em 1989 (WHAAAT?!?!). Vale a pena demais a visita!

Minhas amigas tinham feito as compras no Shopping China também, mas de Pedro Juan Caballero, uma loja muuuito maior, com muito mais opções, estacionamento, praça de alimentação, enfim, tudo em um lugar só! Achei que o de Ciudad del Este seria assim também, mas ele é mais uma loja de departamentos dentro de um shopping, o Paris. Bem menor e com opções limitadas.

Consegui comprar vários itens da minha lista sim, na maioria, coisas pequenas. Um belo achado que fiz dentro do Shopping Paris, foi a loja Kids (anotem essa dica). Uma loja pequena, mas que tem todas as melhores marcas (Medela, Dr. Brown´s, Mam, Avent, Baby Jogger, Graco, etc), além do atendimento ter sido incrível! A dona da loja é brasileira (me desculpem não lembrar o nome dela agora, mas memoria de grávida é meio falha mesmo) e me deu varias dicas, além de apresentar os produtos da melhor maneira. Eles não entregam no Brasil, mas você pode fazer as compras lá e pedir para alguém despachar.

Como disse, não consegui encontrar tudo o que queria, por isso, entrou em ação meu plano B: comprar nos EUA e achar alguém para redirecionar as compras pra mim. A escolhida (entre tantos brasileiros que trabalham com isso) foi a Pamella Cardenuto, que está fazendo este serviço pra mim. Comprei na Carter´s (roupas), na Freshly Picked (sapatos) e na MacroBaby (carrinho e cadeirinha de carro). Banheira, cadeira de alimentação e outras cositas más, vou comprar no Brasil mesmo. No próximo post, vou contar as marcas e modelos dos produtos que comprei e tem dica ótima de carrinho!

Enfim, se vale a pena ir até Miami ou Orlando fazer as comprar?! Com toda certeza! Se eu tivesse ido, teria achado tudo e um pouco mais. Compensou ter feito as compras no Paraguai?! Com toda certeza! Eu explico: quando fui, estava entre a 26ª e 27ª semana de gravidez e o cansaço em apenas um dia e meio de compras foi grande. Quando voltei da viagem, senti pela primeira vez um pouco de falta de ar. Conclui que não teria aguentado fazer as compras em Miami/Orlando (somado ao stress do avião), na mesma época, já que lá é muito maior. Por isso, leitoras ‘moms to be’ que pensam em viajar, se programem com antecedencia para irem antes, por volta da 20ª semana ou logo quando descobrirem o sexo do bebê, e assim, aproveitarem muito mais o passeio!

Eita, que eu tô falando demais nessa tag, hein!rs Espero que estejam gostando e se tiverem dúvidas ou sugestões, comentem aqui!

Beijo, outro, tchau!

BABY TALK [AS DORES E DELICIAS DE SER GESTANTE]

Oi, ‘pipow’! Voltando com o viv(it) | blog e reiniciando, depois desse ‘apagão virtual’, com a tag nova: BABY TALK!

Apesar de já estar no sétimo mês de gestação (completo 30 semanas amanhã) e ter passado um tempão sem falar dessa experiencia maravilhosa, resolvi contar os fatos mais relevantes pra vocês. Começando pelas DORES E DELICIAS DE SER GESTANTE.

No primeiro mês, uma maravilha! Não sentia nada, até esquecia que estava grávida. Já a partir do segundo mês, começaram os enjoos, que duraram até o quarto mês. Juro, nessa fase, eu acordava enjoada, não conseguia comer nada, emagreci 2Kg, sem vontade de sair pra nada. Nem vontade de levantar da cama eu tinha, pois o sono e cansaço eram grandes. Passei esse período todo sem nem passar um rímel. Tava ansiosa esperando a tal fase, na qual diziam que grávida fica bonita e radiante!rs

Enfim, como tudo na vida, isso também passou. A partir de então, foi só alegria! A vontade de me arrumar voltou, comecei a sentir a Sofia se mexer (primeiro, achei que fossem gases, depois percebi que era ela!rs). Tudo ótimo, até o sétimo mês. Foi aí que recebi uma noticia que me deixou chateada. Depois do carnaval e suas extravagancias, fiz uma curva glicêmica, onde meu endocrinologista, Dr. Fabio Yamamoto constatou: estava com diabetes gestacional. Poxa, tudo perfeito até aquele momento, bebê crescendo e ganhando peso dentro da media, eu super bem com meus 3,8Kg a mais, a noticia caiu como uma bomba. E essa era de puro chocolate…amargo!

Corri pra nutricionista, onde a Fabiana Matos me passou uma dieta, que estou seguindo à risca, com direito a exercicio físico TO-DO-SAN-TO-DI-A. Não é fácil se privar de alguns prazeres mundanos, como a gula e a preguiça no dia-a-dia, agora imaginem nesse momento, onde a fome e a vontade de dormir se unem?!

A verdade, é que nunca me senti tão exigida na vida. No trabalho, no projeto do quarto da Sofia e seu enxoval, na vinda do meu marido pra Birigui, e essa ‘surpresinha’ a essa altura, com direito a testes glicêmicos e dedos furados diariamente (três vezes ao dia, pra ser mais exata). Pra completar, uma dor nas costas que tá me travando até pra andar! Tá bom pra você?!

E por que eu tô firme, acordando às 5h45  pra fazer caminhada, dando um ‘gelo’ no chocolate, me entupindo de salada e fazendo tratamento de Barras de Access? Porque tudo o que faço agora, reflete nela e vai refletir depois que ela sair daqui de dentro, pra esse mundão (queria ela aqui pra sempre <3 ). Eu descobri que sou mais forte que uma caixa de Bis, que tenho mais força de vontade pra cumprir metas do que imaginava e acima de tudo, que os sacrificios da maternidade começam muito antes do bebê nascer…e valem a pena!

*Ainda quero falar o por quê da minha rebeldia com as roupas de gestante (oi? Cortar a lateral da calça e por elástico?), minhas compras no “Paris-guay” (se valeu a pena ou não) e mais o que vocês quiserem saber! Conta aí, divide sua experiencia também!

Beijo, outro, tchau!